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quarta-feira, 7 de abril de 2021

CONTINUOUS ESCREVINHANDO: A DECADE LATER

  


On April 6th, 2011, a Wednesday, I opened Escrevinhando with the post VOLTEI A ESCREVER.  Then, on April 5th, 2016, a Tuesday, I celebrated CINCO ANOS ESCREVINHANDO.  Now, April 6th, 2021, again a Tuesday, CONTINUO ESCREVINHANDO: UMA DÉCADA DEPOIS.

 

— Even I'm impressed!

 

In the past few months I have come to plan to do something to celebrate the 10 years I have been on the Internet, but the pandemic and other circumstances have not given me the opportunity now to carry out such celebrations. Thus, some ideas I have simply discarded and others I am leaving in stand-by (at some other time it will be possible to realize them).

However, the question of this occasional text of the Escrevinhando decade is now presented. If I can't get people together in person (I wanted a gathering to celebrate); I should at least bookmark the record here in a virtual way.

 

— Ten years is a long time !!!

— And even more between bits, virtual worlds and social media!!!

 

So, let me just point out a few things today:

First. I have now returned to both the initial and the five-year-old texts. In fact, I don't have much to add about the task of working with the text, besides what is already there. And I am happy to see that even though they have grown and matured in several aspects, I managed to be faithful and consistent with the original proposal.

Second. I had read the preface to the book Grace Notes, by Philip Yancey, where he discusses the exercise of being a writer. I even thought about taking those paragraphs as a basis to talk about my writing experience.  But the truth is that now I find this comparison very petulant. So I decided to leave Yancey with his craft as a writer while I continue to be a scribbler.

Third. Escrevinhando continues to be an amateur job – a term purposely used in two senses. I love the task of weaving the words in the plot of the text. And here, I do it not as a professional duty.

Also, Taking advantage of the advertisiment. PARÁBOLA DAS COISAS is the first collection of texts by Escrevinhando and is already available as a book (sales directly on the internet – link). And there are other titles already triggered to be released soon.

 

So I close this decade of Escrevinhando with the apostolic words:

 

"For everything starts with him, proceeds according to him and is destined for him, then all the glory be to him forever. Amen"

(Rm 11:26)

 

Translation by: André Linhares Lima Nogueira - @andrellnogueira

terça-feira, 6 de abril de 2021

CONTINUO ESCREVINHANDO: UMA DÉCADA DEPOIS

 


No dia seis de abril de 2011, uma quarta feira, eu abri o Escrevinhando com o post VOLTEI A ESCREVER.  Depois, em cinco de abril de 2016, uma terça feira, eu celebrei CINCO ANOS ESCREVINHANDO.  Hoje, seis de abril de 2021, novamente uma terça feira, eu CONTINUO ESCREVINHANDO: UMA DÉCADA DEPOIS.

 

— Até eu estou impressionado!

 

Nesses últimos meses cheguei a planejar fazer algo para festejar os 10 anos em que estou na internet, mas pandemia e outras circunstâncias não me deram a oportunidade agora de levar adiante tais celebrações.  Assim, algumas ideias eu já simplesmente descartei e outras estou deixando em stand-by (em algum outro momento vai dar para realizar).

Mas, apresenta-se agora a questão desse texto ocasional da década Escrevinhando.  Se não posso reunir gente de forma presencial (queria aglomerar para celebrar); devo, pelo menos, marcar o registro aqui de modo virtual.

 

— Dez anos é muito tempo!!!

— E entre bits, mundos virtuais e mídias sociais então!!!

 

Então, me permita apenas pontuar algumas coisas hoje:

Em primeiro lugar.  Voltei agora tanto ao texto inicial como ao dos cinco anos.  Na verdade, não tenho muito a acrescentar sobre a tarefa de labutar com o texto, além do que já está ali.  E me alegro em ver que, embora tenham crescido e amadurecido em vários aspectos, mas consegui ser fiel e coerente com a proposta original.

Em segundo lugar.  Tinha lido o prefácio do livro Sinais da Graça, de Philip Yancey, onde ele aborda sobre o exercício de ser escritor.  Cheguei a pensar em tomar como base aqueles parágrafos para falar sobre minha experiência Escrevinhando.   Mas a verdade é que agora estou achando muita petulância essa comparação.  Então resolvi deixar Yancey com seu ofício de escritor enquanto eu vou continuar como escrevinhador.

Em terceiro lugar.  Escrevinhando continua sendo um trabalho de amador – termo propositalmente usado em dois sentidos.  Amo a tarefa do alinhavo das palavras na trama do texto.  E aqui não o faço como dever de ofício profissional.

E ainda, aproveito a propaganda.  PARÁBOLA DAS COISAS é a primeira coletânea de textos do Escrevinhando e já está disponível em livro (vendas diretamente na internet – link).  E há outros títulos já engatilhados para breve.

 

Então fecho essa década Escrevinhando com as palavras apostólicas:

 

"Por tudo começar nele, prosseguir de acordo com ele e se destinar a ele, então toda a glória seja a ele para sempre. Amém"
(Rm 11:36).

terça-feira, 5 de abril de 2016

CINCO ANOS ESCREVINHANDO

Lá em abril de 2011 eu publiquei um post que dizia: Voltei a escrever.  Com ele eu dava início a este Blog: ESCREVINHANDO. 
Como disse na época, escrever não era novidade para mim: Já faz algum tempo que aprendi a escrever.  Mas o desafio que me dava ali era interessante.
Quando comecei era a imensidão da folha em branco, hoje com a tecnologia é o abuso do cursor piscando que clama pela composição textual.  Ora, escrever é como um parto: quando a criança nasce é linda de ver e interessante de por nos braços, mas até chegar aí, dá um trabalho...  só que é imperioso e vale a pena...
Agora chego aos cinco anos de publicação.  São mais de quatro centenas de posts, perto de trezentos mil viewers, centenas de comentários moderados e incontáveis contatos (fiz de propósito!).
Aqui fiz o que me propus, escrevi, comentei e refleti sobre a Palavra de Deus e sobre o cotidiano de meu lugar e do meu povo.  A Bíblia, a igreja, a adoração foram temas constantes, mas também pude escrever sobre música (disso eu gosto muito),  comidas (também gosto) e sobre as coisas que me cercam,  entre outras reflexões.
E mais, fiz amigos, conheci pessoas e (às vezes ainda me parece fantástico!) fui lido no Brasil e no mundo – já me acessaram nos EUA, Alemanha, Angola, Ucrânia, Portugal, China e por aí foi.
Fui citado e comentado em outras páginas na própria internet (e alguns nem sequer me deram o crédito – mas sei que infelizmente faz parte do jogo!) e vi textos tirados daqui até capa de Boletim de Igreja na outra América.
Algumas publicações me surpreenderam: com milhares de acessos ou com apenas alguns poucos leitores, de graça recebi e de graça dei.  E continuo orando para que possa edificar a igreja de Cristo
Bem, poderia ainda citar mais ...
O que sei agora, olhando os cinco anos escrevinhando, é que posso testemunhar o quanto o Mestre tem me usado.  Não passo de um escrevinhador.  Escrever continua um desafio – mas também uma missão.  E isso tenho procurado fazer.
Pensei aqui, entre estas linhas com as quais quero celebrar o primeiro lustro (eita palavra chique!), tecer comentários sobre a arte da escrita, seus desafios e como o texto por vezes teima em ganhar vida própria – tanto enquanto vai sendo gerado/fecundado, quanto depois que ganha publicidade.
Pensei também em dizer algo sobre o estilo que vai se fazendo e refazendo, talvez refinando, mas com certeza delineando ao logo do tempo. O que só aumenta o desafio e prazer da confecção textual.
Ou algo sobre a exposição das idéias e da alma que acaba ficando indisfarçável na sequência das palavras escritas.  Talvez seja por isso que escrever é tão arriscado!
Tudo isso é verdade e está aí.
Então vou me dar a permissão de apenas fechar este primeiros cinco anos olhando para frente.  Por quanto mais tempo não sei.  Deus o sabe!
E concluo lembrando as palavras de Paulo aos Coríntios: Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nada os abale.  Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil (leia em 1Co 15:58) e usando das mesmas palavras de quando voltei a escrever:

Assim, voltei a escrever.  Retomo aqui a difícil mas gostosa tarefa de ser pastor com palavras e poeta com as almas.  E que mais uma vez o Senhor me ajude a louvá-lo nesta tarefa.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

ESTA É A DE Nº 100


Esta é a de número 100.  É só contar aí do lado: foram 62 em 2011 e com esta são 38 em 2012 – o que dá exatamente cem postagens desde que abrir este sítio em 06/04/2011.  Por isso, hoje não quero trazer nenhum tema para reflexão ou análise, apenas comemorar esta marca!
Quando coloquei o primeiro post já admitia ser um recomeço; eu vinha de outras experiências com a escrita.  Mas cada novo texto é um novo desafio – duro e gratificante na maioria das vezes.  Assim, a recorrente tarefa de escrever se fez renovar a cada nova composição.  Espero que tenha cumprido o objetivo de, com as palavras, exaltar o Deus da glória, e transmitir algo que fosse tão veraz quanto saboroso.
É verdade que continuo achando que escrever é um arte.  Tem seus estilos: escreve-se romances, poemas, crônicas, ciências, reflexões, teses...  Também me mantém a convicção que, embora se aprenda redação na escola (e para mim com certeza foi que grande valia).  Mas compor textos como quem entalha palavras ou tece ideias só a lavra dos parágrafos nos confere.
Em resumo: só se aprende a escrever, escrevinhando!
Quanto a esta centésima postagem, vou me permitir apenas aproveitá-la para celebrar a ocasião.  Olhando no retrovisor, vejo que andei beliscando temas variados – sempre me dei tal liberdade.  Contudo o que mais fiz foi refletir a Bíblia – sem dúvida é para isso que me sinto vocacionado – e é o que pretendo continuar fazendo.
Assim, nesta que é a de número 100, eu desejo somente lhe fazer um convite:  louve comigo àquele que é a Palavra Encarnada, por conceder um tantinho de sua graça me permitindo ser um simples escrevinhador.  Soli Deo Gloria.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

VOLTEI A ESCREVER

Já faz algum tempo que aprendi a escrever.  É claro que dito assim, esta frase é tão obvia quanto ambígua.  E assim é pois diz e esconde muita e alguma verdade.  Antes de minha primeira década de vida eu já era capaz de reconhecer e juntar letras e formar palavras.  Deste conhecimento básico e funcional da língua faço uso indispensável e sistemático todo dia.  A vida em sociedade impõe-nos tais necessidades.  Sempre é preciso anotar um número de telefone; algo na lista do mercado; algum compromisso na agenda e outras tantas pequenas grafias que vão nos marcando o cotidiano. 
Então por que estou dizendo que voltei a escrever?  Retomo um pouco de minha história pessoal.  Depois dos primeiros domínios das funções gramaticais, os anos me fizeram realmente saber escrever: transformar ideias em palavras e despejá-las num texto.  Houve um processo até empírico de ensaio e erro até me julgar capaz de produzir e dizer algo realmente proveitoso.
Antes de continuar preciso confessar que este empirismo ainda faz parte do procedimento de escrever.  Mas confessar também com certo acanhamento que não sou o poeta que gostaria de ser.   Já li que com outros é da mesma forma: somente depois de travada um luta entre palavras e ideias é que a trama do texto se compõe.  Imagino como as palavras torturaram Gregório de Matos até que a simplicidade fantástica moldasse sua sátira e sua devoção.
Voltando a minha trajetória: passei pela escola primária e secundária e de lá me lembro que alguns mestres me ensinaram a não ter medo da palavra nem do papel em branco.  Depois me graduei (é certo atestar que em alguns casos larguei a caminhada antes dos últimos passos).  Ainda pós-graduei e continuei enfrentando o desafio de escrever – e assumo que até gostei.
Outra digressão.  Sou levado a concordar com Rubem Alves que a academia vicia e entorta o gosto de escrever.  Entorta porque enquadra e na sua aparente neutralidade simplifica processos que são natural e gostosamente complexos.  Vicia à medida que condiciona ao reducionismo metodológico científico (só o termo já assusta!).
O tempo passou e pude ir trocando a roupa magistral pela pastoral.  E veja que tem sido bom seguir os helênicos, associando o trabalho pastoral ao poético como fazedor de ideias e palavras!
Antes de chegar ao voltar a escrever, preciso lembrar que Deus, através da IB Sol Nascente, me deu a oportunidade de nos últimos dois anos escrever com frequência e regularidade (ainda está lá no blog da igreja – http://ibsolnascente.blogspot.com).  Porém neste final de ano o Senhor me chamou para atuar diretamente na PIBA, e esta uma daquelas convocações que é preciso seguir com humildade cristã – e assim o fiz.
Mas deixei de escrever, tecer palavras.  Então senti falta do desafio do texto.  Quando comecei era a imensidão da folha em branco, hoje com a tecnologia é o abuso do cursor piscando que clama pela composição textual.  Ora, escrever é como um parto: quando a criança nasce é linda de ver e interessante de por nos braços, mas até chegar aí, dá um trabalho...  só que é imperioso e vale a pena...
Assim, voltei a escrever.  Retomo aqui a difícil mas gostosa tarefa de ser pastor com palavras e poeta com as almas.  E que mais uma vez o Senhor me ajude a louvá-lo nesta tarefa.