terça-feira, 7 de abril de 2020

TESTAMENTOS, ALIANÇAS E PACTOS


O livro de Hebreus começa com a seguinte afirmação: "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo" (1:1-2).
Neste fantástico documento cristão primitivo que reputamos por inspirado – por estar na Bíblia – o autor reconhece que nos tempos passados Deus havia falado.
Nosso Deus, embora seja supremo e tremendo, ele se revela aos seus.  Primeiramente aos pais pelos profetas, e finalmente através de Jesus Cristo.
O que temos aqui também é o testemunho primordial e bíblico de que o Livro Sagrado cristão – oriundo da própria vontade e revelação de Deus – é duplo desde a sua origem.
Há uma parte inicial que foi dada aos antepassados, mas que sozinha era incompleta, dependendo de uma segunda parte que foi dada a partir da própria revelação do Filho de Deus encarnado.

MAIS, POR QUE TESTAMENTO?

O termo já é bastante conhecido.  As duas partes da Bíblia cristã são chamadas de Testamento: o Antigo Testamento e o Novo Testamento.
Mas vamos nos deter um pouco na palavra em si.  A palavra Testamento no dicionário quer dizer: "Ato gratuito pelo qual alguém dispõe de seu patrimônio para depois de sua morte".
Biblicamente o termo é usado para significar pacto, aliança, concerto ou acerto feito entre Deus e os seres humanos. A própria Bíblia se refere a vários deles com maior ou menor extensão e implicação. Vejamos alguns exemplos:

§ A Noé Deus disse: "Contigo estabelecerei o meu pacto" (Gn 6:18).
§ Sobre Abraão é dito: "Fez o Senhor um pacto com Abrão" (Gn 15:18).
§ Em relação aos filhos de Israel o próprio Deus afirma: "Estabeleci o meu pacto com eles" (Êx 6:4).
§ A arca sagrada diante da qual o culto em Israel era oficiado é chamada de "Arca da Aliança" (Nm 10:33 / 1Rs 3:15 / Ap 11:19).
§ O sangue de Cristo foi derramado como selo do novo pacto (1Co 11:25).
§ É testificado aos Hebreus que em Cristo foi estabelecido uma nova e superior aliança (Hb 8:6).
§ Assim as duas grandes divisões da Bíblia são o registro das duas grandes alianças estabelecidas entre Deus e a humanidade.

Ao longo da história humana, Deus sempre tomou a iniciativa de vir ao encontro do ser humano. Mesmo caídos e rebeldes, homens e mulheres continuaram sendo as amadas criaturas de Deus que as procura como filhos.
Nesta procura, Deus estabeleceu acertos, pactos, alianças, testamentos e os deixou registrados para que em todas as épocas todos pudessem ter acesso ao mesmo amor misericordioso do Pai-Criador.
Sendo assim, ainda hoje podemos crer em um Deus que se importa fundamentalmente conosco, nos propondo um acerto de vida. Em Cristo podemos fazer um testamento eterno com Deus, baseado nas promessas que ele nos deixou escrito desde os tempos antigos.
Façamos pactos com ele.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

MARIA DE MAGDALA


Resolvi pensar um pouco sobre Maria Madalena.  Juntou os tempos de quarentena com os dias da Quaresma e a figura da Madalena me veio à mente.
— Qual a relação?
A despeito do que tradição, interpretações dúbias, citações apócrifas e sucessos pops tenham dito, Maria Madalena é uma figura bíblica.
Então, certo de que só vou me ocupar do que eu encontrar nas páginas sagradas, volto a questão: Qual a relação entre a Quaresma e a Madalena?
Resposta rápida: Maria Madalena aparece nos Evangelhos somente nos relatos da paixão – morte e ressurreição de Jesus (veja Mt 27 e 28 / Mc 15 e 16 / Lc 24 / Jo 19 e 20 – há uma exceção em Lc 8:1-2 quando o evangelista cita a Madalena entre as mulheres que davam suporte ao ministério de Jesus).
Vamos além.
A Bíblia não apresenta muitos detalhes sobre seus personagens – principalmente as mulheres.  Sabemos que ela era de Magdala, uma aldeia distante uns 10 km de Cafarnaum, a base do ministério de Jesus e que dela foram exorcizados sete demônios.
Idade? Aparência? Personalidade? Liderança? Manias? Jeitos? ... Nada! Nada! Nada!
Deixe-me logo aproveitar para apresentar a figura que tenho em mente quando leio sobre essa Maria de Magdala.
Eu penso nela como uma matrona, uma mulher de idade madura, respeitável pela experiência de vida e pelo procedimento.  Uma espécie de mãezona que passou a viajar junto com a caravana do Rabi Jesus ao longo do seu ministério.
Não sou o único a pensar nela assim, nem tenho documentos que sustentem essa visão, mas acho bem plausível e coerente.
Assim, chegamos ao pé da cruz no Monte Calvário.  O discípulo amado estava ali – o único dos discípulos homem – mas também a mãe do crucificado, sua tia, a mulher de Clopas e a Madalena (a lista está em Jo 19:25-26).
Ali estava ela, provavelmente com o rosto banhado de lágrimas.  Ideias confusas tumultuavam sua mente e uma terrível sensação de impotência a dominava.
Depois se ver livre de demônios, de caminhar com o Mestre, de compartilhar sonhos e expectativas: agora o duro madeiro.
Madalena no Gólgota me representa quando sinto o gosto amargo da frustração, o obscuro vazio, o incerto porvir.  E agora?  Não pode acabar assim!
Mas não acabou.
Na madrugada do primeiro dia é ela, a vivida Maria de Magdala que estava no jardim do sepulcro para cumprir seus últimos rituais fúnebres.
Não há tempo nem experiências que nos preparem para isso.
E eis que uma voz interrompe o choro: Mulher, por que choras? (Jo 20:15).
É o ressuscitado.  Aquele que a livrou dos sete demônios, deu-lhe a oportunidade e prazer da companhia na caminhada.  Aquele que a conhecia na intimidade a ponto lhe chamar pelo nome:  Maria! (verso 16).
Assim o novo irrompe sobre o caos e a incerteza da vida que precisa continuar, trazendo-lhe novo alento e significado.
Nesse tempo de Quaresma e quarentena, nesse tempo de recolhimento, reflexão e incerteza, estou com a Madalena, tentando disfarçar lágrimas e enxergar futuro.  Aqui é também que eu consigo ouvir aquele que venceu a morte me chamando pelo meu nome.
Então o jardim não é mais de sepulcro, nem é mais assustador, e nem muito menos solitário: Eu vi o Senhor! Ele vive!
Que nos traga Cristo consolo, esperança e nova intimidade, nesse tempo de solitude, como o fez com aquela senhora de Magdala.

terça-feira, 31 de março de 2020

BONHOEFFER – Teólogo e Pastor


Dietrich Bonhoeffer nasceu em 04/02/1906 em Breslau na Alemanha junto com sua irmã gêmea Sabine, oitavo filho de Karl Ludwig, um médico psiquiatra e neurologista de renome e de Paula von Hase, filha de um pastor-capelão do imperador da Prússia. 
Com seis anos de idade seu pai mudou-se para Berlim onde foi trabalhar na Universidade, o que favoreceu ao jovem Dietrich as condições de uma educação refinada e aristocrata. 
Aos dezesseis anos Bonhoeffer decidiu cursar teologia e seguir a carreira pastoral.  Começou cursando em Tübingen em 1923 mas logo retomou seus estudos em Berlim onde foi aluno dos principais mestres da chamada Teologia Liberal alemã – entre eles A. Harnack que ficou impressionado com o brilhantismo do jovem aluno.
No ano de 1927 conclui a graduação em Teologia com a publicação de sua dissertação: Sanctorum Communio.  No mesmo ano Bonhoeffer seguiu para Barcelona, na Espanha, onde dirigiria uma comunidade luterana de língua alemã e em 1929 retornou para Berlim com o objetivo de se habilitar para o ensino com a publicação de sua segunda tese: Ato e Ser. 
A tese foi aprovada, mas antes de assumir a cadeira de Teologia Sistemática na Universidade de Berlim, Bonhoeffer foi enviado aos Estados Unidos onde ele iria entrar em contado com a igreja americana, uma igreja que ele mesmo classificou como “protestantismo sem reforma”.
De volta a Europa, o teólogo alemão assumiu sua cadeira em Berlim onde exerceu profunda influência espiritual e intelectual sobre os estudantes.  Neste mesmo período conheceu pessoalmente o suíço Karl Barth e se envolveu com trabalhos pastorais e de capelania com estudantes e operários. 
Em 1933 Adolf Hitler assumiu o poder na Alemanha e Bonhoeffer marcou posição contra o nacional-socialismo alemão e a igreja oficial dos “irmãos alemães” junto com a chamada Igreja Confessante Alemã.  Este posicionamento determinaria o destino teológico e pessoal de Dietrich Bonhoeffer.  Como pensador cristão, ele deixaria definitivamente a linha filosófico-especulativa partindo para um trabalho mais engajado e militante; e como líder espiritual, lideraria os jovens alemães que buscavam se dedicar aos trabalhos pastorais.
A sua grande obra deste período foi a publicação em 1937 de Nochfolge (em português: Discipulado) e que tratou do que Bonhoeffer considerou ser a grande falha do cristianismo alemão: a graça barata.  Contudo já a partir de 1935 o compromisso com o Seminário de Finkenwalde ofereceu a Bonhoeffer a oportunidade de execução de sua principal obra: casar as experiências de teólogo-acadêmico com o trabalho pastoral ocupado com a vida comum, fé e espiritualidade dos formandos. 
É do testemunho dos tempos de vida comunitária em Finkenwalde que os exemplos deixados marcarão profundamente toda uma geração de pastores da Alemanha.  Mas foram também as experiências de Finkenwalde e o compromisso com o cristianismo ali vivido que forjaram o conceito de compromisso do cristão com o mundo e seus destinos – marca característica da teologia de Bonhoeffer – e o levaram às últimas consequências.
Ainda neste período, Bonhoeffer se propôs a escrever sobre a ética, obra para a qual esboçou escritos mas não conseguiu concluir.  Em 1949, contudo, seu amigo pessoal Eberhard Bethge reuniu seus escritos publicando o material. 
Também demonstrou a intenção de escrever algo sobre o que ele chamaria de Inventário do Cristianismo, conforme citou nas suas cartas da prisão, no qual daria ênfase ao culto.
A partir de 1936 a situação de Bonhoeffer se complicou.  Primeiro lhe foi cassado o direito de lecionar em Berlim por suas posições declaradas antinazistas e seu envolvimento em ações de resistência política e militar contra o regime; e depois com o Seminário de Finkenwalde que foi proibido de funcionar.  Neste momento lhe foi conseguido uma saída da Alemanha para ocupar o pastorado da uma paróquia em Londres, mas Bonhoeffer se recusou com as seguintes palavras:
Não só é meu dever ocupar-me das vítimas deixadas no chão por um louco que dirige desvairadamente um carro por uma estrada abarrotada, mas também fazer de tudo para impedi-lo de dirigir.
Em 05/04/1943, Bonhoeffer foi preso sob a acusação de cooperação num atentado contra Hitler.  Primeiro ficou detido numa prisão em Tegel, de onde escreveu a maioria dos escritos que depois comporão a obra Widerstand und Ergebung (em português: Resistência e Submissão) depois foi transferido para o Campo de Concentração de Buchewald em fevereiro de 1945 e no domingo 8 de abril, enquanto exercia atividade pastoral para os presos, pregando um sermão, Bonhoeffer foi levado para ser enforcado no dia seguinte. 
As últimas palavras do pastor Dietrich Bonhoeffer na atividade litúrgica a que se dedicara como compromisso vital foram emblemáticas, nelas ele pediu ao capitão Payne Best (oficial do serviço secreto britânico) para transmitir ao Bispo de Chichester – George Bell sua certeza:
Conte a ele que para mim é o fim, mas também o início. Com ele eu creio no princípio de nossa fraternidade cristã universal que se ergue acima de todo o ódio nacional e que a nossa vitória é certa - conte a ele que eu nunca esqueci suas palavras da nossa última reunião.
Sobre a obra e a contribuição de Bonhoeffer, Eberhard Bethge assim a resumiu:
Bonhoeffer quando tinha 20 anos disse aos teólogos: o vosso tema é a Igreja; aos 30 anos, disse à Igreja: o teu tema é o mundo; quando chegava perto dos 40 anos, disse ao mundo: o teu tema, que é o abandono, é o tema próprio de Deus.  Com esse tema ele não engana, mas abre a tua existência.

sexta-feira, 27 de março de 2020

EXPERIMENTE O NOVO NASCIMENTO


O Evangelho de João conta que Jesus, tomando um chicote de cordas, expulsou todos aqueles comerciantes do templo e purificou o lugar (confira esta atitude de Jesus em 2:15).
E assim é: quando as negociatas com a fé tomam o lugar da verdadeira adoração contaminando a Casa do Pai (expressão de Jo 2:16), o Senhor apressa-se em providenciar o restabelecimento da ordem sagrada.
Depois deste primeiro episódio no templo, a repercussão foi imediata.  Enquanto alguns questionaram suas atitudes, muitos vieram a crer no seu nome (confira os versos 2:23-25).
Neste ambiente, um homem, Nicodemos – que é apresentado como um fariseu líder dos judeus – procurou Jesus para um conhecimento mais acurado (a história deste encontro está narrada em Jo 3 a partir do primeiro verso).
Nicodemos reconheceu que ninguém poderia realizar sinais como aqueles se Deus não estivesse com ele (leia no verso 2).  Assim ele pretendia questionar a Jesus.
O Mestre, contudo, vai direto ao assunto.  O Reino de Deus não está nos sinais ou maravilhas – isto não é o importante!  O Reino deve ser encontrado e visto através do novo nascimento.
Logicamente Nicodemos não entendeu o que Jesus estava querendo dizer.  Não se tratava de um nascimento físico, natural e humano, que Jesus estava falando; mas de uma nova vida, espiritual, sobrenatural e divina que lhe era proposta. 
Nisto consiste a essência da missão de Jesus.  Ao que o próprio Mestre passa a explicar a Nicodemos.  O verso de Jo 3:16 – um dos mais conhecidos de toda a Bíblia – é o resumo claro da missão do Cristo.
Deus amou o mundo, assim como ele é.  E como resultado deste amor ofereceu seu único Filho para proporcionar os meios para que todo o que for capaz de crer nele experimente o novo nascimento e receba a vida eterna.
E tem mais.  Embora tivesse sido necessário agir com rigor para purificar o templo; Jesus enfatiza que o seu objetivo maior não era julgar, mas providenciar que o mundo fosse salvo por ele (compare 3:17 com 3:36).

quarta-feira, 25 de março de 2020

PARA ESSE TEMPO


Boa tarde querido
Eu já tinha me decidido não escrever sobre esse coronavirus e nem sobre as implicações da pandemia e da quarentena.  Já tem muita gente fazendo isso e eu não sou especialista nem em infectologia nem em psicologia social.
Eu sei também que em meio a essa avalanche de informações tem coisa boa e útil - como também muita bobagem e sandice.
Só lembrando: Fake news é uma maneira abestada de chamar a mentira.  E Jesus disse que o diabo é o pai das fakes news (lá em Jo 8:44).
Quanto a vírus, pandemia, quarentena e doenças afins, não há nenhum versículo específico sobre o tema - até porque na época da Bíblia o conhecimento humano era outro.
Mas, atinando a sua questão e para também não passar em silêncio, permita-me três citações bíblicas:

1. Jesus disse que quando se espalharem as notícias sobre epidemias seria o tempo de ficar alerta, mas não para se angustiar pois ainda não é o fim (em Mt 24:6 o verso fala explicitamente sobre guerra, mas, no contexto do Sermão Escatológico de Jesus, entendo que extrapolar sobre doença não seria um exagero).

2. O texto da Oração de Habacuque é bem conhecido e também pode ser lido nesse contexto: "Ainda que dê tudo errado, com pandemia e quarentena, todavia eu continuarei me alegrando no Senhor e exultando naquele que me garante a salvação" (Hc 3:17-19).

3. E não podia deixar de citar Apocalipse - minha certeza é de que não há na Bíblia outro livro que traga mais segurança e conforto em tempos de crise quanto a Revelação do Senhor Jesus (1:1).
Diante do livro fechado com sete selos, a declaração dos anciãos ecoa por toda a eternidade: "Tu és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, língua, povo e nação" (Ap 5:9).  Sim.  Com a vitória sobre a morte Jesus assumiu o controle da história em suas próprias mãos.  Ele - e somente ele - é digno de comandar a história do ser humano, da igreja e das nações.

Como disse, não sou especialista em pandemia nem em psicologia social mas não tenho nenhuma dúvida que Cristo Jesus ainda é o Senhor da história e que tudo - absolutamente tudo - só terá um fim na glorificação daquele que requer toda adoração pois digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor! (Ap 5:12).

terça-feira, 24 de março de 2020

QUARENTENA



Interessante esse tempo chamado Quarentena.  Tive a curiosidade de olhar no dicionário. Mais alguém? Está escrito lá: ISOLAMENTO.  Você encontra também a informação que é um período de RESERVA.

Mas na verdade quando ouvimos nos remetemos a 40 dias.  É o que nos faz lembrar.

Ontem, no meu momento devocional me recordei de alguns episódios bíblicos.

Na Bíblia, se você prestar bastante atenção você vai ver quanto 40 dias é relevante para o nosso Deus:



-    A vida de Moisés foi modificada após 40 dias no Monte Sinai - Êx 24:18

-    Davi foi transformado pelo desafio de Golias, proferido por 40 dias- 1Sm 2:10

-    A situação de Elias foi alterada quando Deus o sustentou durante 40 dias com uma única refeição - 1Rs 19:8

-    Jesus foi fortalecido por 40 dias no deserto - Lc 4:2

-    A fé dos discípulos foi enraizada após 40 dias ao lado de Jesus após sua ressurreição - At 1:3

(Esses são apenas alguns fatos)



Em minha caminhada de fé tenho entendido que Deus não é Deus de coincidências: QUARENTENA PARA A IGREJA DE CRISTO?

Acredito que esses dias atuais são o chacoalhar de Deus para que nós, como "seu Povo",



-    Nos encontremos face a face com ele e sejamos modificados - como Moisés

-    Enfrentemos o gigante (pecado) que nos tem afrontado como servos separados (santos)- como Davi

-    Que ao receber de Deus o alimento para nossas almas vivamos d'Ele para chegarmos com fidelidade até o dia de sua volta - como Elias

-    Que nesse deserto (isolamento) o sustento do Senhor nos faça fortes - como Jesus

-    E como os discípulos, ao andarmos PERTO - AOS PÉS - de Jesus, com a fé enraizada, sejamos transformados pela renovação de nossa mente e não nos MOLDEMOS mais a esse mundo.



Como Povo de Deus é tempo de BUSCAR, SE HUMILHAR, SE ARREPENDER ... PARA QUE HAJA PERDÃO E CURA.



Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.
2 Crônicas 7:14



 Elda Nogueira